Jovem busca mais sucesso e reconhecimento na carreira

RIO – Ter um bom salário e benefícios não é mais a prioridade dos jovens que estão iniciando a vida profissional. Pesquisa do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) mostra que na hora de escolher o local para estagiar ou trabalhar, jovens talentos buscam ter sucesso e reconhecimento na empresa, opção que obteve 39,35% dos votos entre os participantes do levantamento.

Para Lizandra Bastos, pedagoga e analista de treinamento do Nube, a alternativa foi a mais votada, pois contempla elementos de papel relevante do indivíduo no meio onde vive.

— A carreira está associada a diversos aspectos fundamentais, como a satisfação das necessidades psicológicas (autoestima e identidade). Sendo assim, as pessoas buscam a própria realização — explica.

Com 9,5% dos votos, “ter um bom salário e benefícios” aparece como último critério na escolha da profissão, o que reflete o momento socioeconômico do país e a crescente busca por informação e aprendizado da população, afirma a pedagoga:

— A última alternativa é chamada de necessidade elementar. Ela já deixou de ser uma preocupação eminente. Hoje, as pessoas buscam aceitação e satisfação com seu trabalho.

De acordo com a pesquisa, a segunda alternativa mais votada foi “estabilidade profissional”, com 22,67%, resultado que, para Lizandra, é uma consequência da atual velocidade do mercado de trabalho.

— Diariamente, novas necessidades surgem e modificam as relações trabalhistas. Esse cenário favorece a busca por segurança onde o profissional atua — afirma.

Em seguida, veio “uma profissão capaz de ajudar as pessoas”, com 18,62%, e “atuar em uma empresa socialmente responsável”, com 9,87%. Neste quesito, constata-se pelos votos que, diante de um mundo globalizado e com problemas visíveis no meio ambiente, a preocupação dos jovens em promover uma mudança positiva no mundo, buscando um papel atuante e relevante na sociedade.

A analista de treinamento do Nube ressalta que, de uma maneira geral, há uma preferência pela “busca intelectual” quando a pessoa escolhe onde estagiar ou trabalhar.

— O jovem tem o anseio de crescer profissionalmente e atingir seu sucesso. Para isso, reconhecimento e a elevação da autoestima são extremamente importantes. O salário e o benefício são consequências — conclui Lizandra.

Para realizar o levantamento “O que é mais importante em sua carreira”, o Nube contou com a participação, via internet, de 4.834 estudantes de todo o país, entre os dias 10 e 21 de dezembro.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/emprego/jovem-busca-mais-sucesso-reconhecimento-na-carreira-7228925#ixzz2HTP9rFoB
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GERAÇÃO Y: MITOS, REALIDADES E CONSELHOS

Todos os dias ouço alguns amigos reclamando de seus empregos, já ouvi chefes dizendo que os jovens que estão no mercado de trabalho têm um problema sério de atitude para o trabalho. Eles se referem à Geração Y que são mais difíceis de gerir e motivar. Minha intenção é quebrar alguns mitos construídos sobre esses jovens, e assim mostrar alguma luz para uma melhor gestão da Geração Y no trabalho.

MITO 1: NÃO SÃO LEAIS E NÃO QUEREM SE COMPROMETER:

Realidade: Eles podem ser muito leais, mas eles expressam isso de uma maneira muito diferente do que muitos gestores X estão acostumados. Sua lealdade é negociada de momento a momento, semelhante ao que determina a lealdade entre empresa e clientes.

Dica: Os “Y” apreciam e dão muito mais valor aqueles que ocupam o cargo de “Líder” do que ao “Chefe”. A liderança se constrói e se ganha, enquanto a hierarquia é imposta. Eles são leais àqueles que lideram. Ser autêntico é um valor fundamental para esses jovens.

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4 regras para gerir a geração Y em TI

As demandas de trabalho destes jovens profissionais do setor de TI, entre 18 e 29 anos, não devem ser pesadas para poder satisfazê-los. Alguns líderes de TI os consideram elevadas manutenções corporativas

A geração Y não se sente como se estivesse fazendo malabarismos com ovos. Claro, essa nova geração de trabalhadores é conhecida por exigir um constante feedback, uma liderança forte e um louvor abundante de seus gerentes de TI. Usuários vorazes de tecnologias emergentes, eles também esperam que os empregadores forneçam horários flexíveis e uma trela longa de um regime de teletrabalho.

De fato, um estudo nacional conduzido pelo Pew Research Center revela que quando os entrevistados foram perguntados se eles dormem com seus telefones celulares nas proximidades, 83% dos jovens da geração Y disseram que sim, muito mais do que seus pais ou avós.

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A Geração Y + Mídias Sociais = Trabalho 2.0

Geração Y inclui os nascidos a partir de 1980, menos de 30. Eles cresceram com a internet, as redes sociais que começaram sendo um espaço de lazer, acabaram se tornado um hub de operações profissionais e comercias. Esta geração de trabalhadores sabe o que querem e querem agora, gestão do tempo é muito importante, especialmente quando se a carreira profissional / carreira é dissociada do pessoal e tempo para fazer o que os fazem se sentirem bem não é o suficiente.

Neste caso, a Geração Y é diferente de seus pais (Baby Boomers), porque eles organizavam suas vidas em torno do trabalho, enquanto Y fazer o oposto: seu trabalho deve ser funcional em sua vida. E é por isso, que nos escritório, os Y e se comportem de maneira “notável” com as ferramentas tecnológicas: Se eles precisam se ​​comunicar com alguém, é mais provável que eles não vão pegar um telefone e ligar, mas vão usar o MSN, Gtalk. Em vez de um fax eles preferem um SMS, convites formais ou informais são trocados por mensagens no Facebook ou Twitter, para encontrar alguma coisa rapidamente eles vão ao tio Google ou ao Twitter, pois existem milhões de usuários conectados que podem responder instantaneamente.

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Geração Y, um tema que está fora de moda hoje em dia?

Esta pergunta é legítima, mas ultrapassada. Dizer que a Geração Y não existe é tão irrelevante quanto dizer que o bug de 2000 não ocorreu. Esta afirmação é baseada em uma visão ultrapassada de uma Geração Y monolítica composta por 13 milhões de pessoas com idades entre 17 a 33 anos (nascidos entre 80 e 94), cujos membros têm características comuns facilmente identificáveis.

Durante vários anos, o conceito de “Geração Y” tem sido uma coisa muito escrita. Esta geração, recém-chegada ao mercado de trabalho, às vezes descrita como um pesadelo para RH e gestores, finalmente, parece ser o símbolo das mudanças no mundo dos negócios. A tendência hoje é falar sobre “Cultura Y” ao invés de focar em um debate de gerações.

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Não é bem assim

A Geração Y ficou estigmatizada por ser indisciplinada, infiel e insubordinada. Agora, as empresas começam a perceber que se apressaram nessa generalização e passam a mudar o discurso

Apressados. Ansiosos. Ambiciosos. Tecnológicos. Esses são alguns dos muitos adjetivos atribuídos à Geração Y, grupo de pessoas que, segundo a literatura americana, nasceram a partir de 1978. Uma turma difícil de lidar, infiel, insubordinada e indisciplinada, que vem causando conflitos com gerações anteriores no ambiente de trabalho. Nos últimos cinco anos, esse discurso ganhou força e foi replicado inúmeras vezes entre acadêmicos, consultores e profissionais de recursos humanos.

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A Geração Y e a metáfora do Sapo

Os baby boomers foram condicionados pela observância de certos valores (respeito, lealdade, honestidade, lealdade, …) e a crença de que para ser feliz o essencial era ter respeito.

Geração X, ansiosa para ter sucesso, começou a procurar padrões e conformidade com os princípios de como ser um bom líder, ser o melhor, um bom desempenho. E sobre a Geração Y? Quero mostrar através desta pequena parábola.

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Terminei meu curso: quem me arranja um emprego?

Com um diploma na mão e várias interrogações na cabeça, muitos profissionais sentem-se “perdidos” na hora de deixar a vida acadêmica e iniciar uma carreira

Se perguntarmos a qualquer criança o que ela quer ser quando crescer, muito provavelmente a resposta estará na ponta da língua. O caminho para a carreira brilhante arquitetada em sua cabeça é descrito mais facilmente ainda: escola, faculdade, emprego dos sonhos. Longe do mundo da imaginação, no entanto, as coisas já não são tão simples. Quando – em vez da bicicleta, do desenho animado e da tarefa de casa – as preocupações são a realização pessoal, o futuro profissional e o bolso, encontrar um rumo é o maior obstáculo para muita gente.

Quando dizem que sem um diploma é difícil conseguir um futuro na vida, parece que, com ele, tudo será fácil. Ledo engano. Não são poucos os profissionais que, recém-formados, enfrentam o drama de não saber o que fazer. Nessas condições, muitos têm dificuldade de conseguir emprego. E, entre os que conseguem, outros tantos atuam em áreas diferentes das quais se graduaram.

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Jovens: quais são os maiores erros na hora de escolher uma carreira?

Especialista cita falta de autoconhecimento e influências dos pais como elementos que atrapalham na escolha

Em determinado momento da carreira, muitos profissionais param, refletem e se questionam se realmente fizeram a escolha certa. Em alguns casos, a resposta não é animadora e inevitavelmente bate o arrependimento.

Embora exista a possibilidade de mudar de área a qualquer momento da trajetória profissional, não é nada fácil começar tudo de novo, motivo pelo qual a maioria opta por simplesmente assumir o erro e continuar no mesmo campo.

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O que esperar das gerações Y e Z no mercado de trabalho

Os líderes, que aos poucos tentam se acostumar com a Geração Y e, mais recentemente, a Geração Z que já começa a chegar ao mercado de trabalho, sentem as diferenças desses novos profissionais que são mais difíceis de impressionar. Objetivos, rápidos, conectados e multifuncionais. Esses jovens são conhecidos pela capacidade de ver televisão e ler um livro ao mesmo tempo.

Os dedos frenéticos enviando mensagens, editando fotos no celular e o constante uso de fones de ouvido, seja para ver vídeos no Youtube ou curtir suas músicas favoritas, são características que facilitam sua identificação. Sempre em meio aos computadores e acostumados ao lançamento de novas tecnologias a cada mês, são muito críticos e possuem conhecimento técnico apurado.

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